
E ele conta.






Ilude-se aquele que quer dominar o outro,
acreditando que ama e deve "proteger
o poder é o sinônimo do desamor,
o poder pede mais poder,
o amor pede desapego,
o poder pede cumprimento,
o amor pede boa vontade,
o poder repreende,
o amor ensina,
o poder dita regras,
o amor mostra caminhos,
o poder é totalitário,
o amor é democrático,
o poder é possessivo,
o amor é se entrega,
enquanto o poder pede força,
o amor pede atenção e carinho,
o poder destrói, corrompe,
o amor constrói, aproxima,
o poder prende,
o amor liberta.
O poder é passageiro, mas o amor é eterno...
Beijosss
Cris
**************






A gente nunca deveria se acostumar com o amor.
Deveríamos ter sempre essa sensação de novo, novidade, como se, cada manhã, descobrindo o nascer do dia, nos extasiássemos diante do espetáculo como se ele jamais tivesse acontecido antes.
Falta cuidados com o amor, com a nobreza dele e é por isso que ele se apaga.
O frio no estômago passa logo que o amor toma posse, o coração bate menos rápido com o decorrer dos dias, a saudade precisa de mais tempo para ser sentida e os hábitos se instalam.


Algo que aprendi com o tempo foi que o amor não é um conjunto de compatibilidades, mas a aceitação das incompatibilidades. Não amamos a outra pessoa quando ela tem algo que nos agrada, mas quando o que não nos agrada torna-se menos importante, mesmo se continua a existir. O amor está na diferença do contrapeso.
É preciso, para se guardar um amor, ter-se a memória fraca para certas coisas e um coração desesperadamente atento para outras. É preciso conhecer certos detalhes e dar-lhes a devida importância, apreciar o pôr-do sol como se fosse a primeira vez e se dar as mãos como se elas nunca se tivessem separado.

Letícia Thompson.




A idéia do post foi da Zil do recomeçar...